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Codel divulga empresas contempladas com doação de terrenos

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Empresas gerarão 2.032 postos de trabalho, nos quais 933 serão novos empregos e 1.099 serão preservados

O prefeito de Londrina, Alexandre Lopes Kireeff, e o presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Bruno Veronesi, apresentaram hoje (2), pela manhã, os trabalhos realizados pela Comissão Especial de Planejamento, Implantação e Acompanhamento Industrial.

A comissão analisou e aprovou a doação de terrenos para 25 empresas, sendo 21 londrinenses e outras quatro se instalarão na cidade. As empresas foram beneficiadas pela Lei de Incentivos nº 5.669/93, que estabelece como competência da Codel o fomento de ações para o desenvolvimento econômico e industrial do município.

No total, o investimento por parte das empresas envolve mais de R$ 171 milhões. As contempladas têm o prazo de dois anos para realizar as construções. Elas gerarão 2.032 postos de trabalho, nos quais 933 serão novos empregos e 1.099 são empregos preservados, ou seja, postos de trabalho que seriam fechados por causa da mudança da indústria para outro município.

“Nós esperamos que os investimentos sejam perenes, garantidos em Londrina e que não sejam fruto de especulação momentânea de empresários. A doação dos terrenos compromete a empresa com a cidade e tem exigências de contrapartida previstas em lei. As empresas tem que investir aquilo que foi apresentado à Comissão e que foi aprovado, tem que gerar os empregos previstos, honrar com seus impostos e promover o desenvolvimento da cidade”, disse Kireeff.  

Cabe à Codel fiscalizar o cumprimento das metas estabelecidas. Uma vez descumpridas, a administração tem poder para retomar as áreas doadas. De acordo com os técnicos da Prefeitura, os terrenos doados às empresas equivalem a R$ 8 milhões e têm aproximadamente 270 mil metros quadrados de área. Os terrenos utilizados são de propriedade da Codel e da Prefeitura.

Durante a análise dos projetos, a comissão priorizou o setor industrial. Os critérios técnicos utilizados Empresas gerarão 2.032 postos de trabalho, nos quais 933 serão novos empregos e 1.099 serão preservadosforam: área construída e capacidade de investimento, geração de emprego e tributos. O presidente da Codel, Bruno Veronesi, explicou que o primeiro foco da companhia foi a retenção das empresas que tinham se decidido por deixar Londrina. Esse processo de perda de indústrias, que Veronesi definiu como empobrecimento industrial, está estancado. Agora, diz ele, o trabalho se voltará à captação de investimentos importantes. “Londrina está na briga por indústrias”, resumiu.

De acordo com o presidente da Codel, os planos de negócios apresentados pelas empresas nas suas propostas sustentaram a tomada de decisão por parte da comissão. “Além disso, estão em estudo a aquisição de novas áreas e uma parceria com a Cohab para a instalação do parque industrial na Saul Elkind e um outro parque industrial na saída para Curitiba. Um parque terá 1,2 milhão de metros quadrados e o outro, 2,4 milhões de metros quadrados. Londrina é considerada uma cidade de serviços, mas pode muito bem ser uma cidade industrial”, esclareceu Veronesi.

As empresas aprovadas pela comissão são: Prolind, TKJ, Metal Laite, Classy-Gran, Megamix, Hayama, Grafflit, Dialli, Diflex, AFK, Getmaq, RK Embalagens, KFA, Lexno e X5. Nas próximas reuniões serão analisadas as propostas das empresas MGL, MGA, Artlondre, Serilon, Microsens, Duevita, Aimê, Jornal União, Tom Luz Iluminação, UTFPR e MAPARV.

Fotos: N.Com

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