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Crianças do Acolhimento Familiar recebem brinquedos

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Prefeito transformou em política pública ação que garante ambiente familiar para criança cujos pais ou mães estão presos

Roseli Restof dos Santos Zanchieta, com 39 anos, é vendedora do Magazine Luiza, do shopping Catuaí. Ontem (2), pela manhã, ela relembrou sua história. “Eu também fui adotada com seis anos e vivi com uma família até os 15 anos. Eu sei o quanto é duro viver sem pai e mãe. O pai biológico pode nos abandonar; porém, Deus nos coloca, sempre, em uma família”, contou emocionada.

Prefeito transformou em política pública ação que garante ambiente familiar para criança cujos pais ou mães estão presosRoseli Zancheta contou esta história aos pais e crianças atendidos pelos programas de Acolhimento Familiar da Secretaria Municipal de Assistência Social. Ontem, as 45 famílias que participam dos programas de Guarda Subsidiada e Família Acolhedora receberam presentes, numa antecipação do “Dia das Crianças”, dos funcionários do Magazine Luíza.

Além das crianças, estiveram presentes, em uma confraternização,  a secretária municipal de Assistência Social, Jacqueline Micali; a gerente de Alta Complexidade da Secretaria de Assistência Social, Claudia Tavares, e o gerente da loja do Magazine Luiza do Catuaí, Florindo Severino Ribeiro. Além dos brinquedos, as crianças e familiares foram brindados com café da manhã e distribuição de doces.

Jacqueline Micali lembrou que, ao assumir a administração em maio de 2009, estes projetos estavam todos engavetados “Foi o prefeito Barbosa Neto que transformou em política pública esta ação que garante  ambiente familiar a uma criança cujos pais ou mães estão presos, ou são moradores de rua e vítimas da violência sexual”, afirmou. “O governo Barbosa Neto colocou à disposição uma equipe técnica que garantiu o projeto, que hoje é uma referência nacional”, comentou a secretária.

A gerente de Alta Complexidade da Secretaria de Assistência Social, Claudia Tavares, explicou o funcionamento do serviço de Acolhimento Familiar e Abrigo Institucional. “Por meio de uma determinação judicial, as crianças, em situação de risco em suas famílias, são acolhidas por famílias temporárias, que ficam abrigadas, até as suas famílias originais terem condições de recebê-las de volta.”

Atualmente, somente duas famílias participam voluntariamente do programa de Acolhimento Familiar. São atendidas, através da guarda subsidiada, apoiada pela prefeitura, 23 crianças em 14 famílias que recebem recursos do município. Já o programa “Crescer em Família”, que recebe recursos do estado, conta com sete famílias acolhedoras.

Cada família recebe de R$ 100,00 até R$ 250,00 para cuidar de criança que está em abrigo.

Fotos: José Otávio

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