Cidadão

Compaz e Londrina Pazeando participam da IV Rodada Startups e OSC

Evento, realizado pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial do Sistema FIEP, será transmitido vivo nesta quarta (31), às 19h

O Movimento pela Paz e Não-Violência – Londrina Pazeando e o Conselho Municipal da Cultura de Paz (Compaz) participam, nesta quarta-feira (31), da Rodada Startups e OSC para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Promovido pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) – Sistema Fiep, esta será a quarta edição do encontro, que irá abordar o tema Negócios para Paz e Parcerias. A atividade inicia às 19h, com transmissão on-line pelo Microsoft Teams, e os interessados em acompanhar podem fazer inscrição preenchendo este formulário.

Entre os participantes, estará o gestor do Londrina Pazeando e secretário do Compaz, Luis Cláudio Galhardi. Também foram convidados a professora Denise Estorilho Baganha, que é coordenadora master da Secretaria de Estado da Educação do Parará (SEED) na Unesco; bem como o CEO e founder da startup Papoom, o premiado marketplace das comunidades, Jean Pierre Pego da Silva.

A coordenadora executiva do CPCE, Rosane Fontoura, explicou que, para o conselho, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável trazem, além de causas, oportunidades de negócios com propósito. “A gente trabalha dividindo os ODSs em cinco grandes P’s, isto é, planetas, prosperidade, pessoas, parcerias e paz. Já tivemos uma edição que tratou dos negócios de startups voltados às pessoas, e nessa vertente das pessoas eram empreendedores fazendo startups nas áreas de educação, saúde, gênero e de redução de desigualdade. Tivemos uma rodada com startups voltadas à questão ambiental, principalmente na ecoeficiência hídrica e energética, e também na questão do monitoramento e da proteção das nossas florestas, e uma startup que visava a questão da reutilização de equipamentos para reduzir os resíduos. Em outra rodada, foram apresentadas startups voltadas à questão da prosperidade, principalmente na mobilidade”, relembrou.

Sobre o encontro desta quarta-feira (31), Fontoura destacou que agora é o momento de fazer o caminho da paz. “E a gente acredita que esse tema seja importante de ser tratado por várias organizações e atores sociais. Além do poder público, pelas empresas e organizações da sociedade civil, bem como a sociedade como um todo”, afirmou.

A coordenadora executiva do CPCE comentou, também, as contribuições de cada um dos participantes dessa IV Rodada. Segundo ela, a professora da SEED, Denise Estorilho Baganha abordará a questão da violência. “Esse é um desafio que a gente tem na nossa sociedade por diversos fatores e que deve ser tratado e trabalhado desde a infância. Vamos ter ainda o CEO da startup Papoom, que já foi premiada e é daqui de Curitiba. Esse aplicativo foi criado para que os próprios comerciantes e fornecedores das comunidades pudessem interagir e receber, tendo acesso aos bens que tivessem necessidade. E convidamos também o Londrina Pazeando, por ser um projeto de referência que trabalha com vários tipos de públicos, fomentando a cidadania e a responsabilidade de que cada pessoa contribua para a paz, para uma sociedade pacífica”, elencou.

O gestor do Londrina Pazeando e secretário do Compaz, Luis Cláudio Galhardi, antecipou que a apresentação fará um resumo da atuação da entidade, que é uma das pioneiras na área e foi fundada há mais de 20 anos. “O nosso negócio é a construção da cultura de paz e a educação para a paz. Iremos relatar nossas atividades, a defesa dos direitos das crianças, adolescentes, das comunidades em situação de vulnerabilidade e toda articulação que temos feito, incluindo o projeto Arma Não é Brinquedo”, citou.

Galhardi finalizou ressaltando que os ODS têm uma ampla gama de cobertura, e que as empresas e indústrias podem participar da construção de um mundo sustentável aderindo aos Objetivos dentro do seu ramo de atuação. “Os ODS são uma agenda global bastante ampla, com muitas áreas que incentivam o consumo consciente. Nisso entram as empresas, que precisam ter essa preocupação de que seus produtos e serviços atendam às questões dos recursos naturais limitados, do aquecimento global e da não poluição”, concluiu.

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