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Prefeitura economiza mais de R$ 7 milhões em medicamentos

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A aquisição, pelo sistema de pregão, se destina à população atendida nas Unidades de Saúde

Durante Pregão Presencial para a compra de medicamentos que serão utilizados pela rede pública de saúde, a Prefeitura de Londrina obteve uma economia real de R$ 7.621.321,35. Isto porque, o valor estimado do edital era de R$ 25.285.857,22, mas, através das negociações com as 23 empresas vencedoras do pregão, o valor diminuiu para R$ 17.314.401,00.

Na próxima semana, os técnicos da Prefeitura devem encaminhar aos fornecedores de medicamentos as atas de registro resultantes da homologação do pregão. As 23 empresas vencedoras devem começar a entregar os medicamentos no início de setembro.

Os medicamentos comprados serão destinados à dispensação aos pacientes nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos serviços internos da rede municipal de urgência e emergência como, por exemplo, nos Pronto-Atendimentos Municipal (PAM) e Infantil (PAI), Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), Maternidade Municipal, Policlínica, serviços de atendimento domiciliar, entre outros.

A compra é suficiente para abastecer a demanda de medicamentos da cesta básica do município durante um ano. Nesta lista há antibióticos, anti-inflamatórios, remédios para diabetes, hipertensão, de saúde mental, incluindo os chamados “faixa preta”, entre outros.

De acordo com o coordenador da Central de Abastecimento Farmacêutico (Centrofarma), Tiago Aires Ferreira, entre os remédios adquiridos estão aqueles com maior demanda na cidade. “Muitos medicamentos têm grande demanda como é o caso do Enalapril de 20 mg, que é usado no tratamento da hipertensão, e que são dispensadas mais de 550 mil unidades por mês”, explicou Ferreira.  

Todos os anos, a Prefeitura realiza pregões para a compra de medicamentos, por registro de preços, conforme a necessidade da demanda. “Esta modalidade é a utilizada com mais frequência pela Secretaria de Saúde, porque permite repor o estoque de produtos evitando perdas de medicamentos e compras em excesso, o que diminui e até evita erros de estoque”, ressaltou o coordenador da Centrofarma. O estoque e distribuição é controlado por sistema informatizado.  

Sobre o Pregão

 

O Pregão é uma das modalidades de licitação existentes. No caso do Presencial, a publicação, a abertura do processo, o recebimento de propostas, a habilitação, a adjudicação e a homologação são realizados pessoalmente. As empresas e pessoas físicas apresentam suas propostas através de envelopes lacrados. Diferentemente, no processo eletrônico todas as etapas são feitas eletronicamente.

 

Neste pregão presencial de medicamentos, 23 empresas da área farmacêutica foram as vencedores e serão as fornecedoras dos produtos. São elas: Aglon Comércio e Representações Ltda; Biolab Sanus Farmacêutica Ltda; Centermedi Comércio de Produtos Hospitalares Ltda; Cirúrgica Jaw Comércio de Material Médico Hospitalar; Cirúrgica Santa Cruz Comércio de Produtos Hospitalares; Classmed – Produtos Hospitalares Ltda; Comercial Cirúrgica Rioclarense Ltda; Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda; Dimaci/PR Material Cirúrgico Ltda; Dimaster Comércio de Prod Hosp. Ltda; Fresenius Kabi Brasil Ltda; Laboratório Teuto Brasileiro S/A; Licimed Distribuidora de Medicamentos Ltda; Londricir Comércio de Material Hospitalar Ltda; MCM Comércio de Medicamentos Eireli; Nunesfarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos Ltda; Pontamed Farmacêutica Ltda; Prati Donaduzzi & Cia Ltda; Prohosp; Promefarma Representações Comerciais Ltda; Prosaúde Distribuidora de Medicamentos Ltda; União Química Farmacêutica Nacional S.A; e Wam-Med, registrando os preços, conforme tabela acima. 

Foto: Luiz Jacobs

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