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Começa a revitalização do Lago Cabrinha

Prefeito Marcelo Belinati vistoriou o local e deu a ordem de serviço para início do desassoreamento do lago, que fica na região norte

Município iniciou, nesta quinta-feira, o trabalho de revitalização do Lago Cabrinha, que fica no Conjunto Violim, região norte da cidade. O prefeito Marcelo Belinati, em vistoria no local, deu a ordem de serviço para o desassoreamento do lago, e acompanhou o início imediato dos serviços.

Foto: Vivian Honorato

Realizado por meio da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) em conjunto com a Secretaria Municipal do Ambiente (SEMA), o serviço de desassoreamento será feito com escavadeira hidráulica. O objetivo é retirar a vegetação invasora que ocupa praticamente todo o reservatório, e remover os sedimentos que impedem o fluxo hídrico. “Nessa primeira etapa, do desassoreamento do Cabrinha, será refeito o talude do canal, ou seja, o lago vai renascer”, afirmou o prefeito.

O Lago Cabrinha nasce de um braço do ribeirão Lindóia. Segundo Marcelo, o desassoreamento inicia o projeto de revitalização, que abrange vários outros serviços que serão executados pelo Município, de forma conjunta. “Na sequência, faremos um grande trabalho de revitalização deste espaço público, com pista de caminhada renovada, colocação da iluminação LED, parquinhos, bancos e outros equipamentos, para que a população volte a frequentar esse espaço tão bonito da região norte de Londrina”, adiantou.

Foto: Vivian Honorato

Para permitir que a máquina acesse a área assoreada, a cisterna que forma o lago começou a ser esvaziada na quarta-feira (25). Após estar devidamente seco, o espaço receberá a limpeza, em três etapas. A primeira fase compreende o trecho próximo à Rua Pintarroxo. Em seguida, vem o canal que conduz a água adiante e, por último, a região da barragem, nas proximidades da Rua Anuar Caram. “O lago foi feito em 1990, são 29 anos sem receber a manutenção adequada. E é isso que estamos fazendo agora, e vai ficar muito bonito, temos um projeto muito bacana para toda região”, citou Marcelo.

Com pontos onde a profundidade do lago varia entre 70 cm e 1,20 metros, por hora ainda não é possível saber a quantidade de detritos a ser retirada, nem o tempo total de duração do trabalho. A estimativa da CMTU, no entanto, é que somente a primeira parte da ação leve cerca de um mês.

Foto: Vivian Honorato

O secretário municipal do Ambiente, José Roberto Behrend, citou que os resíduos coletados com o desassoreamento serão encaminhados para a Central de Tratamento de Resíduos (CTR). “Faremos análise desses rejeitos para verificar se há possibilidade de uso, seja na agricultura, para compostagem, ou outro tipo de destinação. A possibilidade é retirar de dois a três metros de material, e estamos trabalhando para chegar nessa altura novamente, do leito natural”, contou.

Texto: Juliana Gonçalves e Assessoria da CMTU

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