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Reparos na avenida Duque de Caxias estão na fase final

Reparos na avenida Duque de Caxias estão na fase final

Chuvas constantes desde janeiro atrasaram cronograma; prioridade é que obra seja realizada de forma correta e definitiva

 

As obras de recuperação da avenida Duque de Caxias estão em fase final. A informação é da Secretaria de Obras e Pavimentação, responsável pelos reparos na avenida no sentido bairro-Centro. De acordo com os técnicos, quando o solo estiver seco, os reparos devem levar até 10 dias para serem finalizados.

Reparos na avenida Duque de Caxias estão na fase finalO aterro compactado, com altura de 14 metros, que equivalente a um prédio de cinco andares, está alcançando a cota da base da pavimentação, restando cerca de três metros. Após analisar a área danificada pelas chuvas, os técnicos decidiram instalar cerca de 10 metros de tubulação galvanizada ao invés de reconstruir a estrutura de concreto danificada. Dado que o material galvanizado garante maior segurança aos operários, o que adiou a continuidade dos serviços, até que o objeto fosse comprado, transportado do Rio de Janeiro, montado e instalado no local.

De acordo com o secretário municipal de Obras e Pavimentação, Sandro Nóbrega, o trabalho, aparentemente simples, tem sido efetuado com muito cuidado, por causa dos riscos envolvidos, principalmente, na vida dos servidores que trabalham no local.

“Ao assumirmos os trabalhos, verificamos a gravidade da situação na avenida Duque de Caxias, sem que atitudes concretas estivessem em andamento. Por considerarmos que havia sérios riscos à Reparos na avenida Duque de Caxias estão na fase finalpopulação, tomamos a decisão necessária de interditar a via, para que os serviços de engenharia fossem efetuados, conforme determinam as normas técnicas engenharia”, explicou.

Os reparos sofreram atrasos dado que os meses de janeiro a abril compreendem um período de chuvas e é necessário que o solo esteja seco para dar continuidade às obras. “Iniciamos o reaterro compactado mecanicamente e por causa das características peculiares do solo argiloso da nossa região, não podemos compactá-lo sob condições de umidade excessiva, como a que Londrina tem enfrentado desde janeiro. O tempo para a conclusão das obras decorre da necessidade premente de se executar a obra de forma correta e definitiva”, disse Nóbrega.

 

Foto: N.com

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