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Escola Joaquim Vicente de Castro recebe mostra “Memórias de uma Londrina Sertaneja”

Atividade será realizada nesta sexta (24), das 8h às 20h, e inclui acervo com vários objetos antigos alusivos à música sertaneja e ao meio rural

Nesta sexta-feira (24), das 8h às 20h, a Escola Municipal Joaquim Vicente de Castro (Avenida Presidente Abraham Lincoln, 70, Conjunto Cafezal) recebe a 3ª edição da exposição “Memórias de uma Londrina Sertaneja”. Promovida pela Associação de Arte e Cultura – CORRE, a atividade tem patrocínio da Prefeitura de Londrina, por meio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic), e apoio do Instituto Memória Caipira.

A mostra, que é voltada a todos os alunos, seus familiares e aos professores da escola, estará aberta ao restante da comunidade no período das 11h30 às 12h30. E, das 17h30 às 20h, haverá duas apresentações musicais também abertas ao público em geral.

Composta por itens do acervo do historiador Renê Faria Filho, a atividade inclui raridades como discos de vinil, revistas antigas sobre música, gramofone e fitas cassete com gravações de cantores de Londrina e do Brasil. Também haverá vários objetos característicos da vida no campo, como carro de boi, porteira de entrada, berrante e peneiras com diferentes tipos de café.

A coordenadora geral da Associação Corre Cultura e da exposição, Rose Andréia Castanho, frisou que os alunos da escola vão participar de uma apresentação de músicas de estilo raiz com acordeão, viola, violão e voz. “Faremos uma apresentação como as que foram realizadas na primeira e na segunda edição da exposição. Além disso, pretendemos levar essa edição atual para outras cinco escolas e para a Biblioteca Municipal. Essa é uma forma diferente de contar a história, que tem encantado bastante as professoras, os familiares e, principalmente, os alunos”, afirmou.

O historiador Renê Faria Filho, curador da exposição e diretor do Instituto Memória Caipira, destacou que também haverá concursos culturais para professores e alunos, assim como momentos de dança e descontração. “Essa é uma maneira muito bacana de as crianças interagirem com esse mundo rural, com foco no nosso trabalho de pesquisa sobre as memórias caipiras. Assim, eles podem vivenciar o que, às vezes, nem os pais ou avós deles vivenciaram na realidade. É realmente gratificante poder fazer esse resgate e elaborar uma exposição baseada nesse acervo de memórias da cultura brasileira”, frisou.

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