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Telefone 153 registra 1.625 ligações em janeiro

Telefone 153 registra 1.625 ligações em janeiro

Ocorrências correspondem a metade das demandas encaminhadas; triagem feita rapidamente com guardas municipais garante mais segurança para a população

O telefone 153 da Guarda Municipal, implantado pela prefeitura em agosto do ano passado, registrou 1.625 ligações recebidas em janeiro deste ano. Em média, a Secretaria Municipal de Defesa Social recebeu 52 telefonemas diários. A prefeitura disponibiliza três linhas diferentes para atender a demanda, 24 horas por dia. O trabalho é coordenado por oito guardas municipais.

Do número de ligações, apenas no primeiro mês do ano, 50% foram ocorrências, 30% são referentes a reclamações sobre perturbação do sossego público e 20% consistem em trotes ou engano. “Muita gente encaminha uma necessidade que não pode ser atendida pela Guarda Municipal. Neste caso, o agente responsável orienta a pessoa para ligar no telefone correto”, disse o secretário de Defesa Social, Joaquim Antônio de Melo.

Ele observou que, após o contato pela linha 153, uma equipe faz a triagem com os agentes espalhados em toda a cidade. “A resposta é rápida. Temos 70 guardas que diariamente fiscalizam e têm a obrigação de zelar pela segurança da comunidade”, disse. Atualmente, 243 profissionais fazem o revezamento e monitoram lugares públicos do município.

Melo argumentou que a Defesa Social assumiu a responsabilidade de solucionar as demandas registradas pelo telefone 199, da Defesa Civil. O serviço também funciona na própria sede da secretaria, na região leste da cidade. Inclusive, o local conta com novo sistema de segurança. “A partir desta semana, vamos implantar o vídeomonitoramento das 19 câmeras do município”, ressaltou o secretário.
O telefone 153 funciona ainda de interlocução com a Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) no atendimento das reclamações sobre a poluição sonora em Londrina. “Além disso, a parceria com a Polícia Militar tem o objetivo de garantir mais tranquilidade para todos os londrinenses”, concluiu Joaquim Antônio de Melo.

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