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Discotecagem Black Dance e Sarau de Poesias movimentam o Cemitério de Automóveis

Baile ao som de Black Music, Funk e Soul Music será a partir das 22h30; mais tarde haverá o Sarau: prosa, poesia e outras delícias

A noite de sábado (13) terá várias atrações ao público na Vila Cultural Cemitério de Automóveis. Um dos destaques é o Koletivo Liga 02, de Londrina, que chega para transformar o local em uma pista de dança com a discotecagem Black Dance, ao som da Dj Fran e de Mr. Rei. O baile traz repertório variado com foco na Black Music, Original Funk e Soul Music. O evento tem início às 22h30, logo após a apresentação da peça teatral “Balada de um Palhaço”, que começa às 21h. O valor da entrada é R$ 5,00 e quem assistir ao espetáculo de teatro ganhará um convite de graça. A vila cultural fica na Avenida Arthur Thomas, 342.

Dj Fran participou do projeto Todas Podem Mixar (TPM), desenvolvido para Dj Maria Alves, que busca abrir espaço para que mais mulheres possam explorar a arte da mixagem. Fran trabalha seu set musical passeando pelo Funk e Black Music, até chegar em nomes como Flora Matos, Karol Conka, Rincon Sapiência, Tim Maia, Sandra de Sá, Benjor e outros.

Também componente do Koletivo Liga 02, Mr. Rei participa de uma série de eventos culturais na cidade e levará músicas de Groove Black Musica dos anos 70, Funk e Soul.

O Koletivo Liga 02 já levou discotecagens dançantes para vários lugares de Londrina, entre os quais a festa Funk Me do Bar Valentino, Up, Hoopers, Baile do LP, Festival de Música de Londrina, Festival Hip Hopé Vermelho, Battle Usina Cultural, Bar do Japa, Espaço Elias Ferreira, Sesi, Sesc, entre outros.

A Vila Cultural Cemitério de Automóveis é um dos projetos patrocinados pela Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PROMIC).

Sarau – Ainda no sábado (13), mais tarde, à meia-noite, o Cemitério de Automóveis recebe mais uma edição do tradicional Sarau: prosa, poesia e outras delícias. Dessa vez, a temática é les maudits, indo de Rimbaud a Baudelaire, com foco no escritores que carrregam o adjetivo “maldito”, pelo caráter transgressor de suas obras, ao se rebelarem contra tradições e costumes da época em que iniciaram seus trabalhos. A entrada do evento é franca aos que levarem um poema para o mural.

Nos idos de 1884, Verlaine publica “Les Poètes Maudits”, trazendo seu amigo Rimbaud e Corbière e Mallarmé. O termo maldito também pode ser aplicado em autores do fim do século XIX que passaram pelo mesmo processo de rejeição como William Blake e Baudelaire. Henry Miller, Allen Ginsberg, Jack Kerouac, William Burroughs, Lawrence Ferlinghetti, Charles Bukowski e John Fante também são nomes que ficaram notabilizados assim pela crítica literária.

Para a imprensa: outras informações podem ser obtidas com a diretora e fundadora da Vila Cultural Cemitério de Automóveis, Christine Vianna – telefone com o N.Com pelo 3372-4465

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